A Câmara de Viseu considera que se trata de uma obra “de especial importância após o período de seca” que a região ultrapassou.
A edilidade refere que esta obra vai substituir as barreiras amovíveis provisórias sobre o descarregador de superfície da barragem, que a título excecional eram instaladas temporariamente.
Segundo a autarquia, “esta solução tinha elevados riscos, nomeadamente a rotura das barreiras amovíveis por serem de borracha e da possibilidade de haver abertura das comportas de fundo por qualquer avaria, uma vez que havia necessidade do sistema automático das comportas estar ligado”.
Da água produzida na Barragem de Fagilde, 70% é consumida pelos munícipes de Viseu e a restante abastece os concelhos vizinhos de Mangualde, Nelas e Penalva de Castelo.
Estes quatro municípios são coproprietários da Estação de Tratamento de Águas de Fagilde, situada em Povolide, cuja gestão está a cargo das Águas de Viseu.